HOMO LUDDENS

MADAME, CABEÇA DE PORCO?

Posted in desenho by ! on julho 31, 2009

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“1.Era de ferro a cabeça, / De tal poder infinito / Que, se bem nos pareça, / Devia ser de granito.  2.No seu bojo secular / De forças devastadoras, / Viviam sempre a bailar / Punhos e metralhadoras.  3.Por isso viveu tranquila / Dos poderes temerosos, / Como um louco cão de fila / Humilhando poderosos. 4. Mais eis que um dia a barata, / Deu-lhe na telha almoçá-la, / E assim foi, sem patarata, / Roendo até devorá-la!” [Rio de Janeiro, 1893]     

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ZAPATA

Posted in história, méxico, revolução, zapata by ! on novembro 15, 2008

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Mais cartazes com a mesma proposta gráfica aqui

AOS INTERESSADOS, RECOMENDO:

“Aliás, deve ser meio difícil encontrar muitos loucos que mantenham interesses comuns quanto aos debates sobre sistema-mundo, luta de classes, colonialidade e basquete e, principalmente, que se aventure a juntar tudo isso numa reflexão. Só isso já vale a referência. Mas, se os leitores incautos que caíram aqui não circulam por todas essas áreas ao mesmo tempo e a dica do texto parece algo por demais específico, fica a salada de menções para que se tire o que lhe aprouver.”

Lênin, de três! [Continua] em Enquanto o mundo explode.

CANUDOS

Posted in história, Sertão, Uncategorized by ! on novembro 7, 2008

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[foto: prisioneiros e sobreviventes da guerra de Canudos.]

“Canudos não se rendeu. Exemplo único em toda a história, resistiu até ao esgotamento completo. Expugnado palmo a palmo, na precisão integral do termo, caiu no dia 5, ao entardecer, quando caíram os seus últimos defensores, que todos morreram. Eram quatro apenas: um velho, dois homens feitos e uma criança, na frente dos quais rugiam raivosamente cinco mil soldados.” (Os sertões, Euclides da Cunha.)

SOBRE A HISTÓRIA

Posted in história by ! on outubro 16, 2008

[LEGENDA: Isto não é um cachimbo. A traição das imagens, de René Magritte (1928/1929)]

“De resíduos, de papéis, de legumes, até mesmo das geleiras e das “neves eternas”, o historiador faz outra coisa: faz deles a história. Artificializa a natureza. Participa do trabalho que transforma a natureza em ambiente e, assim modifica a natureza do homem. Suas técnicas o situam, precisamente, nesta articulação. Colocando-se ao nível desta prática, não mais se encontra a dicotomia que opõe o natural ao social, mas a conexão entre uma socialização da natureza e uma “naturalização” (ou materialização) das relações sociais.”

[CERTEAU, Michel de. A escrita da história. (1975)]

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CABEÇA-DE-PORCO

Posted in história, rio de janeiro by ! on outubro 12, 2008

[ÂNGELO AGOSTINI (1893), Revista Ilustrada]