HOMO LUDDENS

REMBRANT

Posted in artes plásticas, desenho by ! on julho 22, 2010

FLORES PARA NINA

Posted in artes plásticas, desenho by ! on junho 10, 2010

Continue ninando aqui.

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ACE OF SPADES V

Posted in artes plásticas, desenho by ! on junho 2, 2009

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Ace of Spades V, de LU GASP. Outros trabalhos aqui.

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KLINGER

Posted in artes plásticas, desenho, ERÓTICO, gravura by ! on maio 27, 2009

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Max Klinger (1857/1920)

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CRIAÇÃO

Posted in artes plásticas, CARTAZ, escultura by ! on abril 9, 2009

“Agregado ao todo encontra a força motriz de tudo, o início e o fim de toda expressão humana: o desejo; com seus “porquês”, sua magia, sua necessidade. O fazer cerâmico, me remete ao mito de Édipo – assim como toda atividade que envolve a terra, o revolver  a terra (interesssante verbo: re-volver, voltar novamente ou revoltar? Distanciamo-nos para nos reconhecer?) – que se reconhece enquanto parte de Jocasta, a mãe cega-se, porém antes disso há o prazer, o gozo, o incesto com a Mãe terra; talvez por esse motivo não a “bolinamos” simplesmente, nós tornamo-la útil, decorativa, funcional: a transformamos com as mãos, as ferramentas, os óxidos, o calor, eximindo-nos a necessidade de cegarmos.” [O fazer cerâmico. Binho Maturano] 

Aos interessados pelo fazer cerâmico eu recomendo que cliquem aqui. Conheçam o trabalho de Binho Maturano que, além de um amigo, é um sensível ceramista e escultor. A Oficina de Cerâmica João do Barro fica em Santa Tereza, na cidade do Rio de Janeiro. Faça uma visita e seja aluno.     

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PICASSO

Posted in artes plásticas by ! on abril 1, 2009

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BUSTE (1970), de Pablo Picasso.

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RIO, REBELE-SE!

Posted in arte urbana, artes plásticas, grafite by ! on março 25, 2009

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[Imagens: Rua do Passeio, Centro – Rio de Janeiro. Autoria desconhecida] Rebele-se!

CINEMA DE INVENÇÃO

Posted in artes plásticas, Cinema, COLAGEM, Uncategorized by ! on março 24, 2009

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[cOLAgeNs: Luiz Rosemberg Filho]

Nosso cinema, um monólogo no vazio

Fazer um cinema pensado em profundidade necessita de algum conhecimento do humano e da história, a partir do qual se pode alcançar ou elaborar hipóteses e contradições infinitas. Ao mesmo tempo, dar sentido a um plano ou a um bom ator implica projetar ideias nem sempre muito claras. Isso porque o cinema, antes de ser um negócio duvidoso, é e sempre foi uma rica experiência poética através da qual se pode chegar a uma superação tanto da “realidade” fantasiosa e ideológica da TV, como uma sólida crítica aos discursos e imagens de políticos que nada dizem. E que são muitos!

Claro que se dá mais relevância não ao saber, mas a um contexto de “zona” da história. A mesma que se coloca sempre à direita, a serviço do poder, da ideologia dominante e do capital. Ora, uma simples ilustração da vida como ela é, em filmes como Cidade de Deus, Os Dois Filhos de Francisco, Se Eu Fosse Você 2… não representa grande coisa para um cinema mais instigante e moderno. Adorno, com muita propriedade, afirmava: “A arte de fato é o mundo outra vez, tão igual a ele, quanto dele desigual.” A nós interessa bem mais a incompletude da desigualdade.

Ora, é preciso ressignificar o cinema de potência criativa. Reconstruí-lo não só como um passa-tempo mais inventivo mas, fundamentalmente, como pulsão de vida. Desconectá-lo dos múltiplos desvios do capital, para se tornar uma rica e contraditória expressão do desejo e do prazer. De que nos adianta gastar ou mesmo ganhar milhões para não se fazer um público mais sensível e inteligente? Isso de só ser reflexo da barbárie espetacularizada e do capital é função da TV. O cinema só como preenchimento do vazio existencial e político deixa o espectador à mercê da barbárie, tornando-se um nada ao quadrado, totalmente regulado pelo poder. O poder de nada ser como deformação teórica adequada ao sistema.  (Continua em VIA POLÍTICA)

[Por Luiz Rosemberg Filho & Sindoval Aguiar] 

Através das frequentes dicas do Poema Processo eu passei a me interessar pelo trabalho de Luiz Rosemberg Filho. Vale a pena conferir!

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CURUPIRA

Posted in artes plásticas, cascudo, folclore, Uncategorized by ! on novembro 1, 2008

[CURUPIRA (2006, Família dos Hominídeos. Rio Tapajós: Pará), de WALMOR CORRÊA] Ondina, Ipupiara, Capelobo e Cachorro da Palmeira em Modo de Usar & Co.