HOMO LUDDENS

CARTAZ AMERICANO II GUERRA

Posted in CARTAZ, EUA, POSTER by ! on outubro 31, 2008

Outros cartazes americanos em Segunda Guerra Mundial.

EMORY DOUGLAS, PANTERAS NEGRAS

Posted in CARTAZ, política, POSTER by ! on outubro 30, 2008

Mais cartazes de Emory Douglas em BLACK PHANTER

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GREVE GERAL

Posted in CARTAZ, poema, POSTER by ! on outubro 23, 2008

[MÁQUINAS PARADAS, de Rubens Guilherme Pesenti]

Esse e outros trabalhos de Rubens Guilherme Pesenti em POEMASTIGANDO.

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SEM TÍTULO

Posted in grafismo, gravura, GRÁFICO by ! on outubro 22, 2008

 

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SAI MÃO!

Posted in desenho, ERÓTICO by ! on outubro 21, 2008

[SAI MÃO!, de Douglas Thomaz]

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SEJA MARGINAL, SEJA HERÓI.

Posted in CARTAZ, POSTER, Uncategorized by ! on outubro 20, 2008

[SEJA MARGINAL, SEJA HERÓI; de Rico Lins, a partir de frase de Helio Oiticica. Cartaz de divulgação da exposição Brasil em cartaz]

A partir da dica de GRAMATOLOGIA.

EITA PORRA

Posted in literatura, Uncategorized by ! on outubro 19, 2008

[EITA PORRA, Ano 2, número 3, 4 páginas.] 

AMNÉSIA


Vou contar pra vocês a lenda do povo Tucuruxú
do terrível jovem guerreiro Tucuruxú
que de tanto contar histórias, esqueceu a sua própria

Era pequeno, o terrível jovem guerreiro Tucuruxú
mas cada um de seus longos fios de cabelo
borbulhava de histórias alheias, lindas e alheias

Na oca do terrível jovem guerreiro Tucuruxú
os meninos da tribo se juntavam para ouvir aquela voz firme,
imperiosa, daquele que, com muito respeito de todos, era chamado de:
“terrível jovem guerreiro Tucuruxú”

Conta ele que há muito tempo atrás
Antes mesmo da era do Jaguar, quiçá do Pasquim
Em tempos ruins um homem saíra pra caçar tatu
E, seguindo o rastro dos urubus, conseguiu achar um tamanduá…

E proseou com o bicho gordo:
– Tamanduá serve pra comê!
-Tucuruxú só serve pra pescá!
-Então te pesco, tatu!
-Não sou tatu, sou tamanduá…

Diante da resposta, o homem se viu derrotado e, triste,
voltou à tribo Tucuruxú

Anunciou o fim da história diante dos olhos atentos
dos meninos que ouviam
Até que um pequerrucho meninote Tucuruxú interveio

– Terrível jovem guerreiro Tucuruxú,
qual nome te deu Tupã?
– Não deu nome, piá.
– E as suas caçadas, guerreiro, as histórias?
– Não tenho, menino, não posso contá.

E o menino, virado em tamanduá, mais uma vez não foi pescado.
Morreu triste, duro e seco, enquanto o jovem guerreiro Tucuruxú
chamou de menino o Tamanduá…

[AMNÉSIA, de Carlos Eduardo Marconi. Cadu; Em EITA PORRA, Ano 1. Número 2, Niterói: 2003.]

EITA PORRA seria a minha primeira e única experiência com zines e afins. Foram apenas três números entre os anos de 2003 e 2004; sendo distribuído principalmente entre os alunos do curso de história da Universidade Federal Fluminense. Apesar da sua curta duração, considero a iniciativa do zine importante, pois não só revelou talentos antes desconhecidos, como nos propiciou uma experiência de trabalho em grupo. O destaque maior, sem dúvida, foram os poemas e contos do amigo Cadu Marconi.

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SOBRE A HISTÓRIA

Posted in história by ! on outubro 16, 2008

[LEGENDA: Isto não é um cachimbo. A traição das imagens, de René Magritte (1928/1929)]

“De resíduos, de papéis, de legumes, até mesmo das geleiras e das “neves eternas”, o historiador faz outra coisa: faz deles a história. Artificializa a natureza. Participa do trabalho que transforma a natureza em ambiente e, assim modifica a natureza do homem. Suas técnicas o situam, precisamente, nesta articulação. Colocando-se ao nível desta prática, não mais se encontra a dicotomia que opõe o natural ao social, mas a conexão entre uma socialização da natureza e uma “naturalização” (ou materialização) das relações sociais.”

[CERTEAU, Michel de. A escrita da história. (1975)]

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A HISTORIA DA ETERNIDADE

Posted in Cinema by ! on outubro 15, 2008

Clique na imagem para ver o curta A HISTORIA DA ETERNIDADE, de Camilo Cavalcante (2003).

[Foto: Rodrigo Lobo]

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