HOMO LUDDENS

CIDADE

Posted in artes plásticas, literatura by ! on agosto 31, 2008

CIDADE, de Douglas Thomaz.  

“José Arcadio Buendia, que era o homem mais empreendedor que se poderia ver na aldeia, determinara de tal modo a posição das casas que a partir de cada uma se podia chegar ao rio e se abastecer de água com o mesmo esforço; e traçara as ruas com tanta habilidade que nenhuma casa recebia mais sol que a outra na hora do calor. Dentro de poucos anos, Macondo se tornou uma aldeia mais organizada e laboriosa que qualquer das conhecidas até então pelos seus 300 habitantes. Era na verdade uma aldeia feliz, onde ninguém tinha mais de trinta anos e onde ninguém ainda havia morrido.” 

[Gabriel Garcia Márquez, Cem anos de solidão.]

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GUIMARÃES ROSA

Posted in literatura, Sertão, Uncategorized by ! on agosto 30, 2008

Capa de Poty.

“As ancas balançam, e as vagas de dorsos, das vacas e touros, batendo com as caudas, mugindo no meio, na massa embolada, com atritos de couros, estralos de guampas, estrondos e baques, e o berro queixoso do gado junqueira, de chifres imensos, com muita tristeza, saudade dos campos, querência dos pastos de lá do sertão…”

[ROSA, João Guimarães. In: Sagarana; “O burrinho pedrês”, José Olympio Editora, 1964.]

O INSPETOR GERAL

Posted in literatura, Russia, teatro, Uncategorized by ! on agosto 29, 2008

O Inspetor Geral (2003 – 2007), do excelente grupo mineiro Galpão. 

Texto: Nicolai Gógol; Direção: Paulo José

BÉLA TARR

Posted in Cinema, Curta Metragem, Hungria, Uncategorized by ! on agosto 27, 2008

Prólogo (2004), do cineasta húngaro Béla Tarr.

Retirado de Balaio Porreta.